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Ijuí - Rio Grande do Sul - Brasil
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Paisagem fotográfica: vista parcial e paisagem natural do moinho dos Gieseler; Luiz Germano Gieseler (autor).

Local: Propriedade da Família Gieseler. Linha1, Leste, Ijuí, RS, Brasil. A imagem mostra o prédio do moinho colonial de Luiz Germano Gieseler, juntos à cascata do Rio Potiribu, Usina Velha. Na janela aparecem Maria Emilie com um dos filhos, na outra janela ao lado, outro filho e no andar de baixo, na escada da porta de entrada, mais um dos filhos em pé. Também, em torno do moinho estão alguns animais como porcos soltos no pátio.

Paisagem fotográfica: vista arquitetônica da residência da família Gieseler; Luiz Germano Gieseler (autor).

A casa família Gieseler foi projetada por Luiz Germano Gieseler e por ele construída com ajuda de um grupo de homens, que não há registro quem eram exatamente. A conclusão da obra foi em 1912 e a edificação existe até hoje (2018) e possui três níveis: o porão no nível inferior; no nível intermediário, ficam as portas de acesso, janelas dos cômodos e a varanda; no nível superior, o sótão com janela. A cobertura da edificação possui telhas de madeira falquejada e a chaminé coberta com folhas de zinco.
FORMA DO CONTEÚDO:
Local: Linha 1, Leste-Ijuí, RS, Brasil. Primeiro Plano: uma perspectiva da construção com destaque a duas fachadas: uma em direção ao sul, com palmeira na lateral e apenas janelas; outra, em direção leste, com varanda e jardineira, que dá de frente para o rio Potiribu. Plano de detalhes: no pátio estão as sobras dos materiais utilizados na construção da edificação. Plano de fundo: uma segunda construção que fica para a fachada da cozinha da residência, onde está localizada a chaminé. A casa, com três níveis: o porão no nível inferior; no nível intermediário, ficam as portas de acesso, janelas dos cômodos e a varanda; no nível superior, o sótão com janela. A cobertura da edificação possui telhas de madeira falquejada e a chaminé coberta com folhas de zinco. A construção da casa foi concluída em 1912. Casa residencial de Luiz Germano Gieseler, vista da lateral sul.

Fotografia de viagem: retrato fotográfico da família Hauth; Luiz Germano Gieseler (autor).

João Hauth e sua famíia eram vizinhos e amigos da família Gieseler e Niedesberg em Santa Cruz do Sul/RS. João foi padrinho de batismo em 06/08/1899 de Emílio Ernesto Gieseler (filho de Luiz Germano Gieseler).
Local: Residência da família Hauth, Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul (RS), Brasil. Conforme legenda da embalagem traduzida do alemão: 6) 4 filhos de João Hauth". A fotografia foi tirada Santa Cruz do Sul/RS, local onde hoje é a Linha Travessa, em frente à casa onde residia Maria Emilie Niedesberg (esposa de Luiz Germano Gieseler) e sua família. No centro da imagem está o casal João Hauth e sua esposa.

Paisagem fotográfica de fatos da atualidade: cheia do Rio Potiribu e construção da ponte; Luiz Germano Gieseler (autor).

A imagem mostra a cheia do rio Potiribu durante obras da construção da segunda ponte (esquerda da imagem), ainda com a presença da primeira toda em madeira (direita da imagem). Próximo à propriedade da família Luiz Germano Gieseler, há a estrada que dá acesso à mesma, atualmente a rodovia RS-155, que passa sobre o rio Potiribu, antes denominado rio Conceição, também conhecido como rio “Da ponte”. Neste trecho da estrada existiram ao longo do tempo três pontes. A primeira ponte, toda em madeira, existiu antes de 1912, mas não foi localizada a data exata de sua construção, mas a partir desta que o rio passou a ser chamado de rio da Ponte. A segunda ponte, com estrutura composta de alvenaria e madeira, foi inaugurada em 1912. No Relatório dos Negócios de Obras Públicas da Comissão de Terras e Colonização do Ijuhy, ano de 1911, páginas 140 e 141, item Viação, arquivado junto ao Museu Antropológico Diretor Pestana consta: "Há em toda região 23 pontes e está em construção uma ponte sobre o Rio da Ponte, na Linha 1 Leste e está estudada a ponte sobre o Rio Conceição, mas infelizmente não tive ainda ordem para iniciar sua construção". Por fim, a terceira ponte, inteiramente de concreto, existente atualmente (2018) foi inaugurada na década de 1970.
FORMA DO CONTEÚDO:
Local: Linha 1, Leste-Ijuí, RS, Brasil. Primeiro Plano: tem como objeto central, obras da segunda ponte sobre o Rio Potiribu e ainda, a primeira ao lado, toda em madeira, todavia, tem destaque o elevado nível da água do rio. Plano de detalhes: nível da água que cobre a margem do rio e algumas habitações que aparecem no lado direito da imagem, as curvas da estrada. Plano de fundo: vegetação nativa.

Eduardo Jaunsem

  • BR RSMADP CJ
  • Collection
  • 1978-1986

Autor (fotografias): Eduardo Jaunsem; contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração. O conjunto documental reúne documentos fotográficos produzidos pelo fotógrafo e documentos textuais coletados e parte dos documentos textuais coletados não procedem de Eduardo Jaunsem (Recortes de jornal).

DESTAQUE DA COLEÇÃO
Documentos fotográficos em diferentes suportes: fotografias em papel e negativo de vidro.

Eduardo Jaunsem

Documentos iconográficos (Fotografias)

As fotografias de Eduardo Jaunsem apresentam uma diversidade de temas e gêneros fotográficos, como as vistas e os retratos.
DESTAQUE DA COLEÇÃO
São destaques as imagens de vistas da natureza, o cotidiano do homem no campo ou meio rural (agricultura), fotografias artísticas.
O negativo de vidro, considerado um suporte fotográfico de alta qualidade da imagem e durabilidade, tem um volume expressivo no acervo. Entre 2005 e 2007, o Museu realizou a duplicação de segurança dos negativos para filmes, bem como a reprodução das imagens positivas, através do projeto "Preservação/Publicização da Coleção Eduardo Jaunsem", aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal - PRONAC - MECENATO do Ministério da Cultura (MinC).

Eduardo Jaunsem

Família Beck

  • BR RSMADP CB
  • Collection
  • 1982-1985

Autor (fotografias): Família Beck; contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração. O conjunto documental reúne documentos fotográficos produzidos pela Família Beck e documentos textuais coletados e parte dos documentos coletados não procedem da Família Beck (Recortes de jornal).
DESTAQUE DA COLEÇÃO
Documentos fotográficos em diferentes suportes: fotografias em papel e negativo de vidro.

Família Beck

Documentos iconográficos (Fotografias)

As fotografias da Família Beck apresentam uma diversidade de temas e gêneros fotográficos, como as vistas e os retratos.
DESTAQUE DA COLEÇÃO
Imagens de vistas urbanas, os retratos ao ar livre e em estúdio, as fotografias de família.
O negativo de vidro, considerado um suporte fotográfico de alta qualidade da imagem e durabilidade, tem um volume expressivo no acervo. A partir dos negativos foram feitas as imagens positivas através de cópias por contato em papel.

Família Beck

Ijuí

  • BR RSMADP AI
  • Collection
  • A partir de 1893

Contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração; desenvolvimento. Documentação coletada e adquirida por doação da comunidade de Ijuí e destina-se à representação das funções dos diversos setores do município. Os documentos de diferentes gêneros têm relação com seguintes temas: administração pública, genealogia familiar, comunicação, setores da economia, educação, cultura, esporte e lazer, saúde, política e religião.

DESTAQUE DA COLEÇÃO:

Genealogia (Textual);
Cartório Eleitoral de Ijuí (Textual);
Comissão de Terras e Colonização do Arquivo Ijuí (Textual);
Prefeitura Municipal de Ijuí (Textual);
Fotografias (Iconográfico).

CONTEXTO HISTÓRICO DE IJUÍ:
A formação do atual município de Ijuí teve início em 1890, com a criação da Colônia Ijuhy, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, considerada oficialmente desse Estado e efetivada por orientação da Comissão de Terras e Colonização. A ocupação da área ocorreu com o incentivo à vinda de diversos grupos étnicos, que conforme Marques e Grzybowski (1990), basicamente eram constituídos por imigrantes europeus ou seus descendentes, provenientes das primeiras áreas de colonização do Rio Grande do Sul, a fim de exercerem atividades agrícolas. Considera-se como data de fundação de Ijuí, 19 de outubro de 1890 (o ano de criação da colônia),
que significou o início da ocupação das últimas áreas disponíveis do Rio Grande do Sul, para onde eram enviados imigrantes recém-chegados da Europa: alemães, teuto-russos, poloneses, italianos, letos, austríacos, húngaros, suecos, franceses, espanhóis e, pouco depois, uma geração moça, excedente das “colônias velhas”, isto é, das áreas ocupadas inicialmente por alemães e italianos a partir de São Leopoldo e Caxias do Sul (MARQUES; GRZYBOWSKI, 1990, p.9-10).

Canabarro (2011), entretanto, ressalta que o território da Colônia era ocupado anteriormente ao processo de colonização europeia, por luso-brasileiros, como os caboclos, mais tarde reconhecidos por “nacionais”, que praticavam a colheita da erva-mate e outros trabalhos agrícolas em pequenas lavouras. Conforme Callai (1987), os caboclos não eram proprietários de terra, suas áreas eram consideradas devolutas, ou sem donos, por isso, salienta-se a importância de recordar que a agricultura e o povoamento de Ijuí não iniciaram com os imigrantes, com esses últimos, apenas se constituiu um processo formal de ocupação, onde a terra passa a ser mercadoria:
Como a colônia era oficial, o governo vendia a terra em condições especiais. O prazo de pagamento da terra era de cinco anos. Ao custo da terra, em muitos casos, eram acrescidas as despesas havidas no transporte e alimentação do imigrante, no fornecimento de ferramentas, sementes, etc. (CALLAI, 1987, p.10-1).

O autor, portanto, explica que para o sucesso da ocupação e colonização, tanto colonos como luso-brasileiros que adquiriram terras para produzir, dependiam, não somente da obtenção de alimento para a própria subsistência, mas de garantir um futuro a longo prazo, como um excedente para pagar a terra adquirida, ter lucro e comprar novas terras. Lazzarotto (2002) afirma que Ijuí foi caracterizada, além da diversidade étnica, pelo trabalho e rápido desenvolvimento, em decorrência da policultura agrícola, posteriormente da mecanização, indústria e comércio, tendo a cidade recebido o codinome de "Colmeia do Trabalho" (IBID., p. 183). O autor explica o desenvolvimento econômico do município em três fases: fase de subsistência; fase de policultura para o mercado interno e exportação; fase de industrialização.

Diversos

Paisagem fotográfica: vista arquitetônica da residência da família Gieseler; Luiz Germano Gieseler (autor).

FORMA DO CONTEÚDO:
Local: Linha 1, Leste-Ijuí, RS, Brasil. Primeiro Plano: uma perspectiva da edificação, mas com destaque maior para os fundos da residência, posição ao norte, cuja porta dá acesso à cozinha, que mostra a chaminé que fica sobre a varanda, de frente para o Rio Potiribu. Plano de detalhes: no pátio estão as sobras dos materiais utilizados na construção da edificação e um cão que passeia no entorno, há uma figura masculina de chapéu, na entrada da cozinha e duas crianças na janela do sótão ou último andar da casa, todos podem ser os filhos de Luiz Germano Gieseler. Na lateral, com vistas para o oeste, está a fachada principal da residência, com porta de acesso principal, cercada com um gradil e pilares de tijolos à vista seguindo o mesmo acabamento da construção. Plano de fundo: palmeiras plantadas no lado oposto à entrada da cozinha, ao sentido sul. A casa, com três níveis: o porão no nível inferior; no nível intermediário, ficam as portas de acesso, janelas dos cômodos e a varanda; no nível superior, o sótão com janela. A cobertura da edificação possui telhas de madeira falquejada e a chaminé coberta com folhas de zinco. A construção da casa foi concluída em 1912.

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