Fundo LGG - Luiz Germano Gieseler

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Reference code

BR BR RSMADP LGG

Title

Luiz Germano Gieseler

Date(s)

  • 1899 - 1954 (Creation)

Level of description

Fundo

Extent and medium

841documentos levantados de diferentes gêneros e suportes/formatos (iconográficos, fotográficos, textuais) e objetos museológicos preservados sob custódias distintas: Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP); Edgar Beno Gieseler (neto de Luiz Germano Gieseler).

Context area

Name of creator

(n. 27/7/1870 m. 25/5/1954)

Biographical history

No contexto da cultura fotográfica disseminada pelos colonos alemães no noroeste do Rio Grande do Sul, apresenta-se o agricultor, administrador de moinho e fotógrafo Luiz Germano Gieseler , nascido Ludvig Hermann Gieseler em 27 de julho de 1870, na cidade de Kemberg, região sul do distrito de Wittenberg, pertencente ao estado da Alta Saxônia na Alemanha. Sua vinda ao Brasil teve início em 08/10/1881, no ducado de Bernburg, pertencente a Anhalt, com partido do trem para o porto de Antuérpia, na Bélgica em 11/10/1881, na companhia de seus pais e irmãos, onde saem de navio para o Brasil. Ao chegar no porto do Rio de Janeiro, aguardado o procedimento legal de entrada no país, a família partiu em direção a Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul num barco a vapor. Posteriormente, eles pegaram outro barco até Rio Pardo, e por fim, carroças para o destino final, Santa Cruz do Sul, onde se instalaram após 47 dias de viagem desde a saída da Europa.
Seu pai, Ludvig Hermann Gieseler (homônimo de seu filho), nasceu em 16 de maio de 1839, na cidade de Ostrau, distrito de Bitterfeld, no estado da Saxônia e sua mãe, Johanne Rosine Henriette Gieseler (nascida Enge), em 08 de novembro de 1844, na região de Lubast, pertencente à cidade de Kemberg. Os irmãos de Luiz Germano, todos nascidos na Alemanha, eram Henriqueta Helena Ida (06/04/1872-07/06/1943), Fritz Willy Gieseler (06/03/1874-12/10/1965), Paul Emil Max Gieseler (25/01/1876-07/06/1943) e Clara Helena Hedwig (07/08/1878-08/01/1946). Ver árvore genealógica na Figura 3, p.173.
Ludvig Hermann conhecia o ofício de moagem e era perito na construção de moinhos (BINDÉ, 2005, p.114), assim como Albert Gieseler, também da família, era proprietário de moinho . Portanto, o ofício foi bem presente na família e, posteriormente transmitido a Luiz e seus descendentes. Seu pai Ludvig também detinha conhecimentos de engenharia para a construção de estradas de ferro, que ironicamente, foi um dos fatores que o fez deixar seu país, pois com o estágio de desenvolvimento industrial alemão já avançado, havia uma saturação de trabalhadores nessa área (SIEKIRSKI; LAZZAROTTO, 1987, p.21).
Desde jovem, Luiz Germano acompanhava o trabalho do pai, que exercia a atividade de moagem de cereais e lapidação de pedras, ficando em Santa Cruz do Sul por dezoito anos. Ainda que no Brasil, os colonos deveriam dominar as atividades rurais de subsistência, na comunidade colonial alemã era comum a prática de ofícios urbanos, como artesãos e outras atividades, onde produziam seus próprios instrumentos de trabalho. Cunha (1998, p.129) relata sobre um aspecto próprio da comunidade imigrante que chega da Alemanha em Santa Cruz do Sul/RS, que diz respeito à quantidade, um pouco acima do esperado, de artesãos: “é grande o número de artesãos entre os que chegam à Colônia”. O autor menciona uma lista de profissionais, documento da diretoria da colônia do século XIX denominada “Mestres de artes e ofícios – Santa Cruz, 1866” , que citava o construtor de moinho.
A religião oficial da família era evangélica protestante, também conhecida como “reformada” (doutrina baseada na Reforma Luterana), conforme constatado por Cunha (1998, p.127), a tradição da crença luterana era predominante entre os colonos alemães em Santa Cruz do Sul, durante a década de 1850. Luiz Germano, assim como seu pai, profissionalmente se inclinou ao ofício da moagem de cereais. Sua formação escolar, como era natural nos locais que residiam os colonos alemães no sul do Brasil, foi na Escola Alemã ligada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB), atual Rede Sinodal de educação (RSE) . Ainda nesta cidade, ele viveu até seus vinte e oito anos e se casou com Maria Emilie Niedersberg (25/09/1872-01/08/1964) em 29 de agosto de 1893 e naquela cidade tiveram três filhos: Emilie Anna (17/06/1894), Henrique Arthur Max (14/09/1896); Emílio Ernesto (20/03/1899).
Com a expansão da colonização na região noroeste do Rio Grande do Sul, a família teve o interesse de se mudar, também em decorrência da longa estiagem ali presente, o que a motivava ir para um lugar com água em abundância . A Colônia Ijuhy (atual Ijuí) pareceu a Ludvig e seu filho um atrativo, pelo rápido desenvolvimento do local e diversificação da produção agrícola, além de grandes rios no seu entorno. Em 1899, Luiz Germano, seus país e irmãos, sua esposa e seus filhos saíram de Santa Cruz (BINDÉ, 2005, p.114) para viver na região noroeste.
De acordo com Bindé (2005), ao chegarem em Ijuhy, primeiramente, os pais de Luiz Germano, Ludvig Hermann e Johanne se instalaram numa área pré-definida na Linha 3 e 4, Leste, próximo a uma cascata, hoje denominada Wazlawick do Rio Potiribu (na época Arroio da Ponte). Porém, Luiz Germano preferiu procurar outro lote, pois aquele não o tinha agradado muito, deixando seus pais se estabelecerem naquele e ir com seu núcleo familiar para outro lugar. A área escolhida foi uma propriedade nas Linhas 1 e 2, Leste, também às margens do Arroio da Ponte (atual Rio Potiribu) e a existência de uma queda d´água. Ali, já havia um moinho ativo por muitos anos, pertencente a Roberto Gloss, que como tinha falecido, naquele período, a venda da propriedade a Luiz Germano foi efetuada pela viúva Maria das Dores Gloss .
Segundo Bindé (2005, p.114), a assinatura da escritura ocorreu em 24 de fevereiro de 1899 e a concretização da compra em 22 de maio daquele ano e então, a família iniciou a construção da residência em alvenaria, um segundo moinho e a compra de um descascador de arroz (ibid., p.115-116). O moinho começou a ser construído perto de 1902 e quando estava quase finalizada a obra, o antigo moinho, que já existia no lote antes da chegada de Luiz Germano, foi destruído por uma enchente no início de 1907. Relata-se que as pedras dos destroços, ainda poderiam ser vistas depois de décadas do ocorrido. Por isso, o acontecimento também motivou a ativação da nova construção, que ocorreu em 27 de junho de 1907.
Antes da finalização das edificações, conta-se que a família vivia no modo de acampamento, ou usando o moinho antigo como abrigo. Antes de concluída as obras da residência em alvenaria, onde o moinho recente comportava um espaço que abrigava a família. Em junho de 1923, a Usina hidrelétrica da Sede, atualmente conhecida como Usina Velha, “situada na margem oposta do rio, que dava de frente para a propriedade, já funcionava e, portanto, a propriedade da família usufruía de iluminação elétrica” (BINDÉ, 2005, p.116) a partir dessa data.
Estabelecidos no noroeste do estado, Luiz Germano e Maria Emilia tiveram mais dois filhos, Paulo Otto Germano (16/04/1906) e Adolfo Ricardo Guilherme (11/01/1911). O cotidiano na propriedade da família era de muitas atividades, ligadas ao plantio de sustento próprio e criação de vacas e pequenos animais. A seguir, uma imagem da família registrada como cenário, o bosque da propriedade, às margens do Arroio da Ponte (Rio da Ponte, atual Rio Potiribu).
O moinho era a principal fonte de renda familiar, embora também produziam leite e derivados como complemento. Relata-se a bela visão da propriedade às margens da represa do Arroio da Ponte naqueles tempos, além dos espaços bem estruturados da propriedade, como a alvenaria das edificações, com amplos cômodos e varanda. Conta-se que a residência possuía uma grande sala, todos se reuniam para fazer bailes, inclusive, um vizinho da família que tinha uma gaita participava dos eventos festivos para entretê-los, onde reuniam amigos e parentes.
Com base no diagnóstico do acervo e depoimentos coletados, durante a vida de Luiz Germano Gieseler, o mesmo exerceu várias atividades, sendo a profissão oficial, a de administrador do próprio moinho. Gieseler possuía várias habilidades, pois dominava a construção de edificação em alvenaria (moinho e residência), planejando e executando seus imóveis, também consertava seu próprio veículo, o Ford modelo T do início do século XX, com imagens dele no acervo. Ao aprender a dirigi-lo, o mesmo passeava para visitar filhos que já viviam distantes, além dos parentes. Algumas viagens realizadas foram para Marcelino Ramos e Santa Rosa, em visita aos filhos mais velhos, também para Santa Cruz do Sul, para rever os familiares da esposa e do compadre João Hauth, que eram vizinhos e ele, padrinho de Emílio Ernesto Gieseler. Durante a Segunda Guerra Mundial, houve escassez de combustível e por isso, o automóvel não podia ser utilizado, acabando por ser vendido.
Nos últimos anos da vida de Luiz Germano, o mesmo, assim como outros de sua geração, os remanescentes do processo de colonização, chamados pioneiros ou colonos eram homenageados durante comemorações municipais . Seu falecimento foi no dia 25 de maio de 1954 de esclerose cerebral , seu filho Paulo Otto Germano, que “desde a infância acompanhava as atividades do pai” (BINDÉ, p.117), acabou assumindo a administração da propriedade familiar e do moinho.
Mais tarde, quando Paulo começou a ficar indisposto para continuar as atividades do moinho, seus filhos Alfredo Germano e Edgar Beno já cuidavam da firma. Paulo Otto Germano faleceu em 26 de janeiro de 1992 e Alfredo Germano, nascido em 18 de dezembro de 1934, passou a administrar o moinho. Edgar optou por viver na zona urbana da cidade para continuar os estudos e seguir novos rumos profissionais, tornando-se contador e atuando no ramo imobiliário. A irmã deles, Alice Gerda Hieck, nascida Gieseler, ao se casar, também saiu da residência para morar em São Leopoldo/RS, não retornando mais para Ijuhy. Após o falecimento de Alfredo em 21 de fevereiro de 2002, seu filho Nestor Alfredo, também conhecido como “Chico”, passou a administrar a propriedade, mas a atividade de moagem não durou por muito tempo. Apesar do moinho fechar antes de 2005, ainda atualmente (2018), Nestor Alfredo reside na propriedade com sua esposa e sua mãe.

Archival history

Grande parte da documentação acumulada no decorrer das atividades de Luiz Germano Gieseler permaneceu sob a custódia de seus descendentes até a década de 1990. Posteriormente, uma parte foi doada para o Museu Antropológico Diretor Pestana e outra, permaneceu ainda sob a custódia de um de seus netos, Edgar Beno Gieseler.
DOCUMENTOS DE CUSTÓDIA DO MADP

Como a propriedade, que funcionava o moinho passou a ser administrada por um de seus filhos, Paulo Otto Germano, os documentos, em sua maioria permaneceram como de responsabilidade dessa linha descendente. Posteriormente, com o falecimento de Paulo Otto, seu filho Alfredo Germano, também conhecido como Hermann Gieseler (equivalente ao alemão de Germano) assumiu a propriedade e continuou mantendo a guarda dos documentos do avô. Somente na década de 1990, Alfredo teve o interesse em doar a documentação referente à prática de fotografia de Luiz Germano ao Museu Antropológico Diretor Pestana, por intermédio de Maria Laurinda Prauchner. Maria Laurinda, era tia de Alfredo, chamada pelos sobrinhos de “tia Laurinda” e atuava como analista na FIDENE, no CPDOC, e o incentivou a doar os documentos referentes à prática fotográfica para preservação mais adequada. Não há registros que confirmem quem teve a primeira motivação em realizar a entrega do acervo à instituição, mas em 1991, conforme a Carta de Doação 11/91, houve a entrega de volume que atualmente está sendo organizado sob a custódia do MADP. Um manual técnico que acompanhou os originais fotográficos que vieram em suas embalagens originais foram direcionados para responsabilidade da Divisão de Imagem e Som, e os objetos (eram usados por Gieseler no processo de revelação e retoque da fotografia) foram para o tratamento da Divisão de Museologia. Inicialmente, em 15 de março de 1994, Alfredo concedeu uma entrevista ao MADP organizada e realizada pelo professor Danilo Lazzarotto, com o objetivo de registrar uma narrativa histórica sobre a família Gieseler e as atividades de moagem na propriedade, entrevista gravada na fita cassete 953, pertencente ao Arquivo FIDENE (AF). Desde que o acervo entrou, por muitos anos os negativos não foram utilizados para pesquisa, por não ter recebido tratamento de conservação e de organização (ordenação, registro e indexação), conforme metodologias praticadas no MADP. Alguns negativos de vidro, cerca de dez imagens foram reproduzidas para compor temas abordados na exposição de longa duração, como agricultura, energia, esporte e lazer, religião e transporte. Somente em 2015 que o os negativos foram higienizados e acondicionados para serem organizados.
DOCUMENTOS DE CUSTÓDIA DE EDGAR BENO GIESELER
Após falecimento de Alfredo, seu irmão mais novo, Edgar Beno Gieseler iniciou a reunião dos documentos de Luiz Germano ainda remanescentes que estavam na propriedade do moinho, que eram mais de 200 fotografias reveladas dos negativos de vidro que foram doados ao Museu, três placas de vidro que ficaram dispersas e documentos notariais e diplomáticos pessoais da época de seu avô. A partir da documentação reunida sob a sua custódia, o mesmo iniciou uma pesquisa particular para registrar a história da família através das fotografias, aproveitando o contexto para dar início ao processo de dupla cidadania alemã. Diante da trajetória de investigação de seus antepassados, Edgar produziu três dossiês ou pastas, com a descrição e contexto histórico de fotografias por ele selecionadas (as que mais representassem a memória obtida pelo trabalho), e interpretação dos documentos textuais produzido por seus pais, avós e bisavós. Ainda não há registros ou pessoas da família que confirmem o motivo de Alfredo ter apenas doado as matrizes de vidro e os objetos de revelação, porém, supõe-se pela visão da época da instituição museológica, como também, da vontade do familiar em preservar o suporte que viabiliza o acesso prático para relembrar as memórias familiares, diferente do suporte de vidro, que não as imagens negativas, além de não facilitar a visualização, também exige cuidado maior de preservação. Para a organização e contextualização do presente fundo, a documentação preservada e pesquisada por Edgar foi fundamental.

Immediate source of acquisition or transfer

Carta de Doação de Acervo - CDA 11/91 de 13/05/1991. Doador: registrado Hermann Gieseler, denominação que Alfredo Gieseler era conhecido (18/12/1934-21/02/1991), neto de Luiz Germano Gieseler, irmão de Alice Gerda Hieck e Edgar Gieseler (filhos de Paulo Otto Germano).

Content and structure area

Scope and content

CUSTÓDIA DO MUSEU ANTROPOLÓGICO DIRETOR PESTANA (MADP)
Documento Textuais: 1 (papel); Documentos Fotográficos: 378 (negativos de vidro; negativos flexíveis); 105 (caixas de papel originais das placas de vidro); Objetos, acervo tridimencional (instrumentos/utensílios de processo fotográfico): 7. Todos os negativos são de autoria de Luiz Germano Gieseler, produzidos pela função de fotógrafo, com registro de imagens de diferentes temas, tanto de âmbito privado (pessoal e familiar) como público e social (relação com a comunidade externa, acontecimentos públicos municipais) e gêneros ou especialidades fotográficas (retrato, paisagens naturais e arquitetônicas, fotografia de patrimônio, fotografia de notícia, fotografia de criação, fotografia de viagem). O documento textual e objetos tridimensionais eram de uso na atividade de revelação fotográfica do autor, onde realizava o processamento na câmara escura (laboratório fotográfico). Os temas em geral tratam de assuntos ligados às atividades cotidianas da família na propriedade, como a prática agrícola de cultivar lavouras de subsistência e a moagem como meio econômico. Os retratos de momentos de comemoração (happy memories) são comuns, como os casamentos, encontros familiares, o lazer com as crianças e os piqueniques. Temas de âmbito público, que contextualizam os acontecimentos de época do município: enchentes, obras públicas, eventos esportivos e religiosos.

CUSTÓDIA DA FAMÍLIA GIESELER
Documentos Textuais: 9; Documentos Fotográficos de autoria própria confirmada: 302 (fotografias em papel; negativos de vidro); Documentos fotográficos (papel e postal) sem autoria comprovada: 32; Documento iconográfico/ilustração: 1 (papel); Objetos (instrumentos/utensílios de processo fotográfico): 4. O volume de documentos textuais de produção de Luiz Germano Gieseler não é expressivo, porém registra sua trajetória e de seus pais, desde que saíram da Alemanha em 1881 até se estabelecerem no Rio Grande do Sul. Há lacunas, como por exemplo, faltam textos originais que registrem detalhes da vida em Santa Cruz do Sul, RS, contendo mais documentos da aquisição e venda/transmissão de propriedades em Ijuí, RS e documentos pessoais ligados às obrigações cívicas. O acervo fotográfico, com maior expressividade, sua grande maioria são as revelações ampliadas e por contato dos negativos de vidro, logo, com os mesmos temas e gêneros. As fotografias que não possuem autoria confirmada de Luiz Germano Gieseler, supõe-se que foram adquiridas por recebimento de amigos e parentes como recordações, como cartas de visita e postais. Assim como o acervo tridimensional presente no MADP, os objetos custodiados por Edgar também foram usados por seu avô para o processo de revelação fotográfico.
Avaliação e seleção no ato da doação para a instituição de custódia. Não há registros detalhados da análise de aquisição do acervo pelo MADP.
Reproduções de documentos fotográfico em papel sob a custódia de Edgar Beno Giseler, que formam mesmo contexto de produção dos negativos de vidro e ou sequências fotográficas.

Appraisal, destruction and scheduling

Accruals

System of arrangement


  • 000 SÉRIE Pessoal

010 SUBSÉRIE Identificação pessoal e exercício de cidadania
020 SUBSÉRIE Prática religiosa (batismo)
030 SUBSÉRIE Formação educacional
040 SUBSÉRIE Relações sociais

  • 100 SÉRIE Controle de bens patrimoniais

110 SUBSÉRIE Aquisição, manutenção de bens imóveis
111 SUBSUBSÉRIE Construção de edifícios e obras de engenharia civil
120 SUBSÉRIE Aquisição e manutenção de bens móveis
121 SUBSUBSÉRIE Manutenção e reparação de veículos automotores
122 SUBSUBSÉRIE Manutenção e reparação de caminhões, ônibus e outros veículos pesados

  • 200 SÉRIE Economia familiar

210 SUBSÉRIE Agricultura, pecuária e serviços relacionados
211 SUBSUBSÉRIE Produção de lavouras temporárias (cultivo de cereais e grãos; cultivo de produtos)
220 SUBSÉRIE Horticultura e produtos de viveiro
221 SUBSUBSÉRIE: Cultivo de hortaliças, legumes e outros produtos da horticultura
230 SUBSÉRIE produção de lavouras permanentes
231 SUBSUBSÉRIE Cultivo de frutas cítricas; Cultivo de outros produtos
240 SUBSÉRIE pecuária
241 SUBSUBSÉRIE Criação de bovinos para leite
250 SUBSÉRIE Criação de suínos
260 SUBSÉRIE Criação de aves
270 SUBSÉRIE Indústria de transformação e fabricação de produtos alimentícios
271 SUBSUBSÉRIE Laticínios (Fabricação de produtos do laticínio)
280 SUBSÉRIE Moagem, fabricação de produtos amiláceos
281 SUBSUBSÉRIE Beneficiamento de arroz; Moagem de trigo e fabricação de derivados; Fabricação de fubá e farinha de milho

  • 300 SÉRIE Prática fotográfica

310 SUBSÉRIE Relações no âmbito familiar
311 SUBSUBSÉRIE Controle de bens patrimoniais e economia familiar
312 SUBSUBSÉRIE Recordações pessoais e círculo/núcleo familiar
313 SUBSUBSÉRIE Recordações de eventos sociais familiares
320 SUBSÉRIE relações com a comunidade e o município
321 SUBSUBSÉRIE Cobertura fotográfica de eventos sociais privados
322 SUBSUBSÉRIE Cobertura fotográfica artísticas e informativas em eventos públicos
330 SUBSÉRIE Processo fotográfico em laboratório
331 SUBSUBSÉRIE Revelações fotográficas

Conditions of access and use area

Conditions governing access

Todos os documentos de custódia do MADP estão digitalizados para preservação dos originais (acondicionados e climatizados).

Conditions governing reproduction

Reprodução feita pelo MADP: representantes digitais a partir dos documentos fotográficos de custódia do MADP e de custódia de Edgar Beno Gieseler, mediante Carta de Doação (CDA) das cópias digitalizadas e autorização de uso da imagem para difusão. Ao utilizar a reprodução digital, obrigatoriamente, deve-se mencionar a autoria e o nome do acervo (Fundo Luiz Germano Gieseler, custódia do MADP).

Language of material

Script of material

Language and script notes

Physical characteristics and technical requirements

Estado razoável de conservação do acervo presente no MADP; a maioria possui ótima imagem para reprodução, porém os negativos de vidro possuem borda fina de espelhamento da prata na emulsão, alguns possuem manchas. Apenas 4 negativos de vidro estão quebrados. Os objetos museológicos estão armazenados e climatizados em reserva técnica e possuem registro

Finding aids

Guia, Inventário, Catálogo Seletivo, Índice temático.

Generated finding aid

Allied materials area

Existence and location of originals

CUSTÓDIA DO MUSEU ANTROPOLÓGICO DIRETOR PESTANA (MADP): Volume documental total de 491 unidades

CUSTÓDIA DA FAMÍLIA GIESELER: Volume documental total de 350 unidades

Existence and location of copies

MADP: representantes digitais a partir dos negativos de vidro e fotografia em papel de custódia de Edgar Beno Gieseler.

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Dates of creation revision deletion

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Sources

Archivist's note

Responsável pela descrição: Amanda Keiko Higashi, 28/07/2018.

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