Luiz Germano Gieseler

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Luiz Germano Gieseler

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  • Hermann Gieseler

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  • Ludvig Hermann Gieseler (registro na Alemanha), mesmo nome de seu pai.

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Dates of existence

n. 27/7/1870 m. 25/5/1954

History

No contexto da cultura fotográfica disseminada pelos colonos alemães no noroeste do Rio Grande do Sul, apresenta-se o agricultor, administrador de moinho e fotógrafo Luiz Germano Gieseler , nascido Ludvig Hermann Gieseler em 27 de julho de 1870, na cidade de Kemberg, região sul do distrito de Wittenberg, pertencente ao estado da Alta Saxônia na Alemanha. Sua vinda ao Brasil teve início em 08/10/1881, no ducado de Bernburg, pertencente a Anhalt, com partido do trem para o porto de Antuérpia, na Bélgica em 11/10/1881, na companhia de seus pais e irmãos, onde saem de navio para o Brasil. Ao chegar no porto do Rio de Janeiro, aguardado o procedimento legal de entrada no país, a família partiu em direção a Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul num barco a vapor. Posteriormente, eles pegaram outro barco até Rio Pardo, e por fim, carroças para o destino final, Santa Cruz do Sul, onde se instalaram após 47 dias de viagem desde a saída da Europa.
Seu pai, Ludvig Hermann Gieseler (homônimo de seu filho), nasceu em 16 de maio de 1839, na cidade de Ostrau, distrito de Bitterfeld, no estado da Saxônia e sua mãe, Johanne Rosine Henriette Gieseler (nascida Enge), em 08 de novembro de 1844, na região de Lubast, pertencente à cidade de Kemberg. Os irmãos de Luiz Germano, todos nascidos na Alemanha, eram Henriqueta Helena Ida (06/04/1872-07/06/1943), Fritz Willy Gieseler (06/03/1874-12/10/1965), Paul Emil Max Gieseler (25/01/1876-07/06/1943) e Clara Helena Hedwig (07/08/1878-08/01/1946). Ver árvore genealógica na Figura 3, p.173.
Ludvig Hermann conhecia o ofício de moagem e era perito na construção de moinhos (BINDÉ, 2005, p.114), assim como Albert Gieseler, também da família, era proprietário de moinho . Portanto, o ofício foi bem presente na família e, posteriormente transmitido a Luiz e seus descendentes. Seu pai Ludvig também detinha conhecimentos de engenharia para a construção de estradas de ferro, que ironicamente, foi um dos fatores que o fez deixar seu país, pois com o estágio de desenvolvimento industrial alemão já avançado, havia uma saturação de trabalhadores nessa área (SIEKIRSKI; LAZZAROTTO, 1987, p.21).
Desde jovem, Luiz Germano acompanhava o trabalho do pai, que exercia a atividade de moagem de cereais e lapidação de pedras, ficando em Santa Cruz do Sul por dezoito anos. Ainda que no Brasil, os colonos deveriam dominar as atividades rurais de subsistência, na comunidade colonial alemã era comum a prática de ofícios urbanos, como artesãos e outras atividades, onde produziam seus próprios instrumentos de trabalho. Cunha (1998, p.129) relata sobre um aspecto próprio da comunidade imigrante que chega da Alemanha em Santa Cruz do Sul/RS, que diz respeito à quantidade, um pouco acima do esperado, de artesãos: “é grande o número de artesãos entre os que chegam à Colônia”. O autor menciona uma lista de profissionais, documento da diretoria da colônia do século XIX denominada “Mestres de artes e ofícios – Santa Cruz, 1866” , que citava o construtor de moinho.
A religião oficial da família era evangélica protestante, também conhecida como “reformada” (doutrina baseada na Reforma Luterana), conforme constatado por Cunha (1998, p.127), a tradição da crença luterana era predominante entre os colonos alemães em Santa Cruz do Sul, durante a década de 1850. Luiz Germano, assim como seu pai, profissionalmente se inclinou ao ofício da moagem de cereais. Sua formação escolar, como era natural nos locais que residiam os colonos alemães no sul do Brasil, foi na Escola Alemã ligada à Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB), atual Rede Sinodal de educação (RSE) . Ainda nesta cidade, ele viveu até seus vinte e oito anos e se casou com Maria Emilie Niedersberg (25/09/1872-01/08/1964) em 29 de agosto de 1893 e naquela cidade tiveram três filhos: Emilie Anna (17/06/1894), Henrique Arthur Max (14/09/1896); Emílio Ernesto (20/03/1899).
Com a expansão da colonização na região noroeste do Rio Grande do Sul, a família teve o interesse de se mudar, também em decorrência da longa estiagem ali presente, o que a motivava ir para um lugar com água em abundância . A Colônia Ijuhy (atual Ijuí) pareceu a Ludvig e seu filho um atrativo, pelo rápido desenvolvimento do local e diversificação da produção agrícola, além de grandes rios no seu entorno. Em 1899, Luiz Germano, seus país e irmãos, sua esposa e seus filhos saíram de Santa Cruz (BINDÉ, 2005, p.114) para viver na região noroeste.
De acordo com Bindé (2005), ao chegarem em Ijuhy, primeiramente, os pais de Luiz Germano, Ludvig Hermann e Johanne se instalaram numa área pré-definida na Linha 3 e 4, Leste, próximo a uma cascata, hoje denominada Wazlawick do Rio Potiribu (na época Arroio da Ponte). Porém, Luiz Germano preferiu procurar outro lote, pois aquele não o tinha agradado muito, deixando seus pais se estabelecerem naquele e ir com seu núcleo familiar para outro lugar. A área escolhida foi uma propriedade nas Linhas 1 e 2, Leste, também às margens do Arroio da Ponte (atual Rio Potiribu) e a existência de uma queda d´água. Ali, já havia um moinho ativo por muitos anos, pertencente a Roberto Gloss, que como tinha falecido, naquele período, a venda da propriedade a Luiz Germano foi efetuada pela viúva Maria das Dores Gloss .
Segundo Bindé (2005, p.114), a assinatura da escritura ocorreu em 24 de fevereiro de 1899 e a concretização da compra em 22 de maio daquele ano e então, a família iniciou a construção da residência em alvenaria, um segundo moinho e a compra de um descascador de arroz (ibid., p.115-116). O moinho começou a ser construído perto de 1902 e quando estava quase finalizada a obra, o antigo moinho, que já existia no lote antes da chegada de Luiz Germano, foi destruído por uma enchente no início de 1907. Relata-se que as pedras dos destroços, ainda poderiam ser vistas depois de décadas do ocorrido. Por isso, o acontecimento também motivou a ativação da nova construção, que ocorreu em 27 de junho de 1907.
Antes da finalização das edificações, conta-se que a família vivia no modo de acampamento, ou usando o moinho antigo como abrigo. Antes de concluída as obras da residência em alvenaria, onde o moinho recente comportava um espaço que abrigava a família. Em junho de 1923, a Usina hidrelétrica da Sede, atualmente conhecida como Usina Velha, “situada na margem oposta do rio, que dava de frente para a propriedade, já funcionava e, portanto, a propriedade da família usufruía de iluminação elétrica” (BINDÉ, 2005, p.116) a partir dessa data.
Estabelecidos no noroeste do estado, Luiz Germano e Maria Emilia tiveram mais dois filhos, Paulo Otto Germano (16/04/1906) e Adolfo Ricardo Guilherme (11/01/1911). O cotidiano na propriedade da família era de muitas atividades, ligadas ao plantio de sustento próprio e criação de vacas e pequenos animais. A seguir, uma imagem da família registrada como cenário, o bosque da propriedade, às margens do Arroio da Ponte (Rio da Ponte, atual Rio Potiribu).
O moinho era a principal fonte de renda familiar, embora também produziam leite e derivados como complemento. Relata-se a bela visão da propriedade às margens da represa do Arroio da Ponte naqueles tempos, além dos espaços bem estruturados da propriedade, como a alvenaria das edificações, com amplos cômodos e varanda. Conta-se que a residência possuía uma grande sala, todos se reuniam para fazer bailes, inclusive, um vizinho da família que tinha uma gaita participava dos eventos festivos para entretê-los, onde reuniam amigos e parentes.
Com base no diagnóstico do acervo e depoimentos coletados, durante a vida de Luiz Germano Gieseler, o mesmo exerceu várias atividades, sendo a profissão oficial, a de administrador do próprio moinho. Gieseler possuía várias habilidades, pois dominava a construção de edificação em alvenaria (moinho e residência), planejando e executando seus imóveis, também consertava seu próprio veículo, o Ford modelo T do início do século XX, com imagens dele no acervo. Ao aprender a dirigi-lo, o mesmo passeava para visitar filhos que já viviam distantes, além dos parentes. Algumas viagens realizadas foram para Marcelino Ramos e Santa Rosa, em visita aos filhos mais velhos, também para Santa Cruz do Sul, para rever os familiares da esposa e do compadre João Hauth, que eram vizinhos e ele, padrinho de Emílio Ernesto Gieseler. Durante a Segunda Guerra Mundial, houve escassez de combustível e por isso, o automóvel não podia ser utilizado, acabando por ser vendido.
Nos últimos anos da vida de Luiz Germano, o mesmo, assim como outros de sua geração, os remanescentes do processo de colonização, chamados pioneiros ou colonos eram homenageados durante comemorações municipais . Seu falecimento foi no dia 25 de maio de 1954 de esclerose cerebral , seu filho Paulo Otto Germano, que “desde a infância acompanhava as atividades do pai” (BINDÉ, p.117), acabou assumindo a administração da propriedade familiar e do moinho.
Mais tarde, quando Paulo começou a ficar indisposto para continuar as atividades do moinho, seus filhos Alfredo Germano e Edgar Beno já cuidavam da firma. Paulo Otto Germano faleceu em 26 de janeiro de 1992 e Alfredo Germano, nascido em 18 de dezembro de 1934, passou a administrar o moinho. Edgar optou por viver na zona urbana da cidade para continuar os estudos e seguir novos rumos profissionais, tornando-se contador e atuando no ramo imobiliário. A irmã deles, Alice Gerda Hieck, nascida Gieseler, ao se casar, também saiu da residência para morar em São Leopoldo/RS, não retornando mais para Ijuhy. Após o falecimento de Alfredo em 21 de fevereiro de 2002, seu filho Nestor Alfredo, também conhecido como “Chico”, passou a administrar a propriedade, mas a atividade de moagem não durou por muito tempo. Apesar do moinho fechar antes de 2005, ainda atualmente (2018), Nestor Alfredo reside na propriedade com sua esposa e sua mãe.

Places

Nascimento: Kemberg, região sul de Wittenberg, Alemanha (1870). Viagem de imigração: Burnburg, Alemanha até Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil, com parada/intervalo no porto do Rio de Janeiro, em Porto Alegre/RS e Rio Pardo (Rio Pardinho) (1881), RS; Viagem de mudança residencial: de Santa Cruz do Sul para Ijuí, RS, Brasil (1899); Viagem de passeio: Santa Cruz do Sul, RS; Panambi, RS. Falecimento: Ijuí, RS, Brasil (1954).

Legal status

Functions, occupations and activities

Ocupações: Mestre construtor civil (construção de edificações residenciais, industriais e de serviços); agricultor; administrador e operador de moinho (moagem; beneficiamento); fotógrafo; mecânico (manutenção de bem imóvel).

ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS E MOAGEM DE CEREAIS

O moinho começou a ser construído mais ou menos em 1902 e quando estava quase finalizada a obra, o antigo moinho, que já existia no lote, quando seu avô chegou, foi destruído por uma enchente, no início de 1907, onde as pedras dos destroços, até o ano do depoimento, ainda poderiam ser vistas. Por isso, o acontecimento também motivou a ativação da nova construção, que ocorreu em 27 de junho de 1907. A família Gieseler conservava a tradição da moagem das famílias alemãs, que através da pedra mó, o trigo e o milho eram moídos. O moinho, caracterizado como hidráulico, era movido pela força da água, através da roda d´água que girava a pedra mó, a qual fazia a moagem. Em 1952, um cilindro importado da Alemanha, por uma firma de Santa Rosa, RS foi adquirido para a moagem do trigo, continuando o uso da pedra apenas para o milho. Por fim, em 1973, a roda d´água foi substituída por uma turbina hidráulica, aumentando a força e consequentemente, a produção. Ainda que a roda tenha sido desativada, a mesma permaneceu na construção.

Os serviços prestados através do moinho eram o beneficiamento de arroz e a moagem de cereais como o trigo e o milho, produzindo-se a farinha a partir dos últimos. Os clientes traziam os cereais de cavalos ou carroças e o serviço era realizado. As atividades de moagem eram exclusivamente executadas pelos homens, que se revezavam mensalmente, onde, eventualmente, o processo de descascar o arroz era assumido entre as mulheres da família, como auxílio diante das demandas. A atuação do moinho familiar perdurou e sua administração passou por três diferentes gerações, contando a de seu fundador Luiz Germano; de seu filho, Paulo Otto; de seu neto Alfredo Germano (filho de Paulo Otto); de seu bisneto Nestor Alfredo (filho de Alfredo Germano).

A atividade econômica feminina era a produção de leite de vacas e derivados, coma a manteiga, cujo lucro era todo das mulheres da casa, principalmente no período em que já haviam seus netos morando na propriedade, filhos de Paulo Otto, onde esta atividade era realizada por sua irmã Emilie Anna, sua mãe Maria Emilia e a esposa Maria Prauchner. Na agricultura para subsistência familiar cultivavam grãos como o milho, hortaliças e pomar, continha uma grande variedade de frutas. Além da produção de laticínio, a criação de animais incluía a pecuária suína, que proporcionava a produção de carne, banha e embutidos.

A FUNÇÃO DE FOTÓGRAFO

Sobre a habilidade e prática fotográfica exercida por Luiz Germano, não há comprovação de que registrava suas imagens com o objetivo financeiro, porém, além de fotografar seus familiares e parentes em diferentes ocasiões, seja no cotidiano ou em eventos de confraternização, também fotografava os habitantes próximos de sua propriedade, alguns sendo amigos próximos, outros, que não há o conhecimento sobre a natureza do vínculo na época. Sua propriedade era situada numa região de colonização polonesa, o Povoado Santana, atual Distrito Santana, onde estabeleceu relações ao prestar seus serviços no moinho e eventualmente, a fotografar os eventos dos moradores locais. Relata-se que sempre que ocorriam confraternizações, principalmente casamentos, como fotógrafo, Luiz Germano era requisitado a registrá-los, indo a cavalo para os eventos. No seu acervo há fotografias de casamentos realizados neste local.

Ele também registrava grupos e famílias que passeavam ou realizavam piqueniques perto da sua propriedade, nas margens do rio da Ponte. Alguns temas que extrapolavam a vida familiar eram documentados em suas fotografias, como locais e acontecimentos marcantes, vistas de diferentes cidades por onde passou, a instalação da Usina Velha e a enchente de 1928. Seu laboratório ou câmara escura, a “dunkelkammer”, como o chamavam em alemão pela família, funcionava num pequeno quarto, direcionado especialmente para o trabalho da revelação e armazenamento dos produtos químicos, recipientes e equipamentos.

Conta-se que Luiz Germano não deixava as crianças da família entrarem, em decorrência dos líquidos, que considerava tóxicos e por isso, perigosos a elas. Alice Gerda, em sua entrevista (HIECK, 2017) relata sobre um episódio cômico em que um dos seus irmãos descobriu uma pequena abertura na cobertura do cômodo, onde entrava claridade. Um acesso ao lugar secreto havia sido encontrado, assim Alice foi chamada pelo irmão para espiar junto com ele, enquanto o avô não estivesse por perto, então, ficaram lá admirados com tantas imagens reveladas. Afirma-se também, que quando jovem e solteiro, Paulo Otto acompanhava o pai nas capturas fotográficas. Ele era o fotógrafo oficial da família, reunindo uma documentação com mais de 300 imagens, uma prática por prazer, capturando desde o cotidiano da propriedade e cenas da família, os momentos especiais de comemorações, como o convívio com amigos e parentes.

Uma informação que sugere a não intenção do fotógrafo obter retorno financeiro com as suas fotografias é a ausência de anúncio pela imprensa local, algo comum da época, como o caso do estúdio dos irmãos Beck. Outro detalhe, há guardado com a família um informativo com publicações referentes ao contexto econômico e social de Ijuhy, “O Rio Grande do Sul em revista”. Em duas páginas divulgam fotografias de Luiz Germano Gieseler, uma da enchente de 1928 nas proximidades da Usina hidrelétrica (conhecida como Usina velha), outra, um retrato dele na página que fala sobre o seu moinho e sua representação local. As fotografias de sua autoria, comprovadas em seu acervo de negativos de vidro, não acompanham informações autorais e não o referenciam como fotógrafo.

Comumente, Gieseler registrava o entorno da propriedade, com muitas imagens da Usina Velha, às margens da represa e queda do Rio Potiribu, vista oposta de sua residência. No entorno da propriedade existia uma grande área natural, com a extensão do rio, o bosque, cujas imagens registradas mostram as construções das três fases da ponte, passeios e piqueniques de visitantes ou turistas pelos arredores, além das imagens de seus vizinhos poloneses do povoado Santana.

CLASSIFICAÇÃO DAS FUNÇÕES E ATIVIDADES DO PRODUTOR

FUNÇÃO Controle de bens patrimoniais
SUBFUNÇÃO Aquisição, manutenção de bens imóveis
ATIVIDADE: Construção de edifícios e obras de engenharia civil (Edificações residenciais, industriais, comerciais e de serviços)
SUBFUNÇÃO Aquisição e manutenção de bens móveis
ATIVIDADES: Manutenção e reparação de veículos automotores; Manutenção e reparação de caminhões, ônibus e outros veículos pesados

FUNÇÃO Economia familiar (participação com os familiares)
SUBFUNÇÃO Agricultura, pecuária e serviços relacionados
ATIVIDADES: Produção de lavouras temporárias (cultivo de cereais e grãos; cultivo de outros produtos)
SUBFUNÇÃO Horticultura e produtos de viveiro
ATIVIDADES: Cultivo de hortaliças, legumes e outros produtos da horticultura
SUBFUNÇÃO produção de lavouras permanentes
ATIVIDADES: Cultivo de frutas cítricas; Cultivo de outros produtos
SUBFUNÇÃO pecuária
ATIVIDADES: Criação de bovinos para leite
SUBFUNÇÃO Criação de outros animais de grande porte
ATIVIDADES: Criação de eqüinos
SUBFUNÇÃO Criação de suínos
SUBFUNÇÃO Criação de aves
SUBFUNÇÃO Criação de outros animais
ATIVIDADES: Criação de animais domésticos
SUBFUNÇÃO Indústria de transformação e fabricação de produtos alimentícios
ATIVIDADES: Laticínios (Fabricação de produtos do laticínio)
SUBFUNÇÃO Moagem, fabricação de produtos amiláceos
ATIVIDADES: Beneficiamento de arroz; Moagem de trigo e fabricação de derivados; Fabricação de fubá e farinha de milho

FUNÇÃO Prática fotográfica
SUBFUNÇÃO Relações no âmbito familiar
SUBSUBFUNÇÃO Sessões fotográficas de registro
ATIVIDADES: registro de retratos e paisagens
SUBSUBFUNÇÃO Sessões fotográficas artísticas
ATIVIDADES: registros instantâneos e paisagens estilo cartão postal
SUBFUNÇÃO relações com a comunidade e o município
SUBSUBFUNÇÃO Cobertura fotográfica de registro em eventos sociais privados
SUBSUBFUNÇÃO Cobertura fotográfica de registro e perspectivas artísticas em eventos públicos
SUBFUNÇÃO laboratorista
SUBSUBFUNÇÃO processo de revelação
ATIVIDADES: aquisição e uso de equipamentos e instrumentos/utensílios
ATIVIDADES: formação/capacitação/instrução técnica

Mandates/sources of authority

Internal structures/genealogy

General context

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Adolfo Ricardo Guilherme Gieseler (n. 11/01/1911 m. 24/10/1997)

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Paulo Otto Germano Gieseler (n. 16/04/1906 m. 28/01/1992)

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Emílio Ernesto Gieseler (n. 20/03/1899 m. 12/11/1980)

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Henrique Arthur Max Gieseler (n. 14/09/1896 m. 20/07/1978)

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Emilie Anna Gieseler (n. 17/06/1894 m. 18/11/1949)

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Maria Emilia Gieseler (n. 25/09/1872 m. 01/08/1964)

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Clara Helena Hedwig Gieseler (n. 07/08/1878 m. 08/01/1946)

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Paulo Emilio Max Gieseler (n. 25/01/1876 m. 29/12/1961)

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Fritz Willy Gieseler (n. 06/03/1874 m. 12/10/1965)

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Henriqueta Helena Ida Gieseler (n. 06/04/1872 m. 07/06/1943)

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Johanne Rosine Henriette Gieseler (nascida Enge) (n. 08/11/1844 m. 26/01/1923)

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Ludvig Hermann Gieseler (n. 16/05/1839 m. 05/01/1914)

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Ludvig Hermann Gieseler is the parent of Luiz Germano Gieseler

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Occupations

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Authority record identifier

Não consta

Institution identifier

Rules and/or conventions used

Norma de descrição: ISAD (G): Norma geral internacional de descrição arquivística: segunda edição, adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999, versão final aprovada pelo CIA. – Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000.

Status

Level of detail

Partial

Dates of creation, revision and deletion

Language(s)

Script(s)

Sources

Documentos bibliográficos:
BINDÉ, Ademar Campos. As etnias em Ijuí: alemães/Ademar Campos Bindé. Ijuí: [s.n.], 2005.
ÁVILA, Luis carlos. Guia biográfico das ruas de Ijuí. 2 ed.(com mapas). Ijuí, 1982.
KLEIN, Remi; BECKER, Tiago. De escolas comunitárias à Rede Sinodal de Educação: princípios evangélico-luteranos. In.: Rev. Pistis Prax., Teologia e Pastoral. Curitiba, v. 9, n. 3, 629-643, set./dez. 2017. Disponível em: < https://periodicos.pucpr.br/index.php/pistispraxis/article/view/11126>. Acesso em: junho de 2018.
SIEKIRSKI, Marli; LAZZAROTTO, Danilo. Povoado Santana conta sua história. Ijuí: Ed. Unijuí, 1987. (Coleção centenário de Ijuí, 4).

Documentos textuais:
Certidão de Óbito de Joanna Henriqueta Gieseler, 2ª via. Emissão: Serviço de Registro de Pessoas Naturais e Registros Especiais Milton Diemer - Oficial Registrador, Fabricio Eickhoff Diemer - Registrador substituto, Comarca de Ijuí/RS. Data: 10/04/2013. Arquivo pessoal de Edgar Beno Gieseler, Ijuí-RS.
GIESELER, Edgar Beno. Dossiê 1: pesquisa documental, contexto e identificação das fotografias do acervo de Luiz Germano Gieseler. Ijuí, 2014-2015. 52 p. Arquivo pessoal de Edgar Beno Gieseler, IjuíRS.
GIESELER, Edgar Beno. Dossiê 2: pesquisa documental, contexto e identificação das fotografias do acervo de Luiz Germano Gieseler. Ijuí, 2014-2015. 38 p. Arquivo pessoal de Edgar Beno Gieseler, Ijuí-RS.
GIESELER, Edgar Beno. Dossiê 3: pesquisa documental, contexto, transcrição e tradução de documentos pessoais e de propriedade da família Gieseler. Ijuí, 2012. 100 p. Arquivo pessoal de Edgar Beno Gieseler, Ijuí-RS.
Registro de batismo de Luiz Germano Gieseler em 07 de agosto de 1870, realizado pela Igreja Evangélica de Kemberg-Alemanha. Arquivo pessoal de Edgar Beno Gieseler, Ijuí-RS.

Documentos sonoros:
GIESELER, Alfredo Germano. Entrevista [mar.1994]. Entrevistador: Danilo Lazzarotto. Ijuí: FIDENE, 1994. 1 fita cassete (20 min). Arquivo FIDENE do Museu Antropológico Diretor Pestana/FIDENE, Ijuí-RS.
HIECK, Alice Gerda. Entrevista [mar.2017]. Entrevistador: Amanda Keiko Higashi. Ijuí: 2017. 1 áudio digital (1h, 15 min, 40 s).

Documentos iconográficos/fotográficos:
BECK, Família. Fotografia CB 6.4 0022: Inauguração Busto Augusto Pestana, Praça República– Ijuí, 1940. Coleção Família Beck, Acervo MADP/FIDENE, Ijuí-RS.

Maintenance notes

Pesquisa, texto e organização das informações: arquivista Amanda Keiko Higashi, 30/07/2018. Revisão: 15/08/2018.
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