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Descripción archivística
Ijuí - Rio Grande do Sul - Brasil Inglés
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Fotografia de fatos da atualidade evento esportivo em Ijuí. Luiz Germano Gieseler (autor).

  • BR RSMADP LGG-300-320-322-D7-LGG NOV 371
  • Unidad documental simple
  • [1910-1912]
  • Parte deLuiz Germano Gieseler

Local: Ijuí, Rio Grande do Sul, Brasil. O período aproximado pode ser entre 1910 e 1912. Na cena do evento esportivo aparecem um colchão sobre o chão para amaciar a queda, espectadores, juiz, etc. Ao fundo poucas casas, prevalece a mata, o local da apresentação deve ser nas imediações do atual (2018) colégio Ruizinho e Primeira Igreja Batista. No plano de fundo da imagem, onde aparece a mata, deve ser o local onde atualmente está sediada a Sociedade Ginástica Ijuí - SOGI. Fonte: adaptado da pesquisa feita por Edgar Beno Gieseler, conforme pasta 1.

Paisagem fotográfica de fatos da atualidade da enchente 1928 e cheia do rio Potiribu próximo à Usina Hidrelétrica. Luiz Germano Gieseler (autor).

  • BR RSMADP LGG-300-320-322-D4-LGG NOV 365
  • Unidad documental simple
  • 08/09/1928
  • Parte deLuiz Germano Gieseler

Local: Linha 1, Leste-Ijuí, RS, Brasil. "A grande enchente ocorrida em Ijuí/RS, a foto de 08/09/1928 retrata o Rio Potiribu junto a primeira Usina do Município, inaugurada em 1923, hoje 27/12/2014, chamada de "Usina Velha", aparecendo o prédio que na época abrigava a primeira turbina geradora de energia elétrica, a água tomou conta de todo entorno do prédio, ficando ilhado [...] contava sobre a foto de que esta foi a maior enchente havida até aquela data". Fonte: pesquisa feita por Edgar Beno Gieseler, conforme pasta 1.

Documentos iconográficos (Fotografias)

As fotografias de Eduardo Jaunsem apresentam uma diversidade de temas e gêneros fotográficos, como as vistas e os retratos.
DESTAQUE DA COLEÇÃO
São destaques as imagens de vistas da natureza, o cotidiano do homem no campo ou meio rural (agricultura), fotografias artísticas.
O negativo de vidro, considerado um suporte fotográfico de alta qualidade da imagem e durabilidade, tem um volume expressivo no acervo. Entre 2005 e 2007, o Museu realizou a duplicação de segurança dos negativos para filmes, bem como a reprodução das imagens positivas, através do projeto "Preservação/Publicização da Coleção Eduardo Jaunsem", aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal - PRONAC - MECENATO do Ministério da Cultura (MinC).

Eduardo Jaunsem

Documentos iconográficos (Fotografias)

  • BR RSMADP AI-I
  • Seção
  • 1893-2011
  • Parte deIjuí

A documentação é formada em sua maioria por suportes do processo analógico, em cores e monocromáticos (preto e branco). Há diferentes temas e gêneros fotográficos como retratos e paisagens.

Ijuí

  • BR RSMADP AI
  • Colección
  • A partir de 1893

Contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração; desenvolvimento. Documentação coletada e adquirida por doação da comunidade de Ijuí e destina-se à representação das funções dos diversos setores do município. Os documentos de diferentes gêneros têm relação com seguintes temas: administração pública, genealogia familiar, comunicação, setores da economia, educação, cultura, esporte e lazer, saúde, política e religião.

DESTAQUE DA COLEÇÃO:

Genealogia (Textual);
Cartório Eleitoral de Ijuí (Textual);
Comissão de Terras e Colonização do Arquivo Ijuí (Textual);
Prefeitura Municipal de Ijuí (Textual);
Fotografias (Iconográfico).

CONTEXTO HISTÓRICO DE IJUÍ:
A formação do atual município de Ijuí teve início em 1890, com a criação da Colônia Ijuhy, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, considerada oficialmente desse Estado e efetivada por orientação da Comissão de Terras e Colonização. A ocupação da área ocorreu com o incentivo à vinda de diversos grupos étnicos, que conforme Marques e Grzybowski (1990), basicamente eram constituídos por imigrantes europeus ou seus descendentes, provenientes das primeiras áreas de colonização do Rio Grande do Sul, a fim de exercerem atividades agrícolas. Considera-se como data de fundação de Ijuí, 19 de outubro de 1890 (o ano de criação da colônia),
que significou o início da ocupação das últimas áreas disponíveis do Rio Grande do Sul, para onde eram enviados imigrantes recém-chegados da Europa: alemães, teuto-russos, poloneses, italianos, letos, austríacos, húngaros, suecos, franceses, espanhóis e, pouco depois, uma geração moça, excedente das “colônias velhas”, isto é, das áreas ocupadas inicialmente por alemães e italianos a partir de São Leopoldo e Caxias do Sul (MARQUES; GRZYBOWSKI, 1990, p.9-10).

Canabarro (2011), entretanto, ressalta que o território da Colônia era ocupado anteriormente ao processo de colonização europeia, por luso-brasileiros, como os caboclos, mais tarde reconhecidos por “nacionais”, que praticavam a colheita da erva-mate e outros trabalhos agrícolas em pequenas lavouras. Conforme Callai (1987), os caboclos não eram proprietários de terra, suas áreas eram consideradas devolutas, ou sem donos, por isso, salienta-se a importância de recordar que a agricultura e o povoamento de Ijuí não iniciaram com os imigrantes, com esses últimos, apenas se constituiu um processo formal de ocupação, onde a terra passa a ser mercadoria:
Como a colônia era oficial, o governo vendia a terra em condições especiais. O prazo de pagamento da terra era de cinco anos. Ao custo da terra, em muitos casos, eram acrescidas as despesas havidas no transporte e alimentação do imigrante, no fornecimento de ferramentas, sementes, etc. (CALLAI, 1987, p.10-1).

O autor, portanto, explica que para o sucesso da ocupação e colonização, tanto colonos como luso-brasileiros que adquiriram terras para produzir, dependiam, não somente da obtenção de alimento para a própria subsistência, mas de garantir um futuro a longo prazo, como um excedente para pagar a terra adquirida, ter lucro e comprar novas terras. Lazzarotto (2002) afirma que Ijuí foi caracterizada, além da diversidade étnica, pelo trabalho e rápido desenvolvimento, em decorrência da policultura agrícola, posteriormente da mecanização, indústria e comércio, tendo a cidade recebido o codinome de "Colmeia do Trabalho" (IBID., p. 183). O autor explica o desenvolvimento econômico do município em três fases: fase de subsistência; fase de policultura para o mercado interno e exportação; fase de industrialização.

Diversos

Família Beck

  • BR RSMADP CB
  • Colección
  • 1982-1985

Autor (fotografias): Família Beck; contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração. O conjunto documental reúne documentos fotográficos produzidos pela Família Beck e documentos textuais coletados e parte dos documentos coletados não procedem da Família Beck (Recortes de jornal).
DESTAQUE DA COLEÇÃO
Documentos fotográficos em diferentes suportes: fotografias em papel e negativo de vidro.

Família Beck

Eduardo Jaunsem

  • BR RSMADP CJ
  • Colección
  • 1978-1986

Autor (fotografias): Eduardo Jaunsem; contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração. O conjunto documental reúne documentos fotográficos produzidos pelo fotógrafo e documentos textuais coletados e parte dos documentos textuais coletados não procedem de Eduardo Jaunsem (Recortes de jornal).

DESTAQUE DA COLEÇÃO
Documentos fotográficos em diferentes suportes: fotografias em papel e negativo de vidro.

Eduardo Jaunsem

Documentos iconográficos (Fotografias)

As fotografias da Família Beck apresentam uma diversidade de temas e gêneros fotográficos, como as vistas e os retratos.
DESTAQUE DA COLEÇÃO
Imagens de vistas urbanas, os retratos ao ar livre e em estúdio, as fotografias de família.
O negativo de vidro, considerado um suporte fotográfico de alta qualidade da imagem e durabilidade, tem um volume expressivo no acervo. A partir dos negativos foram feitas as imagens positivas através de cópias por contato em papel.

Família Beck

Álbum de fotografias da 1ª Expoijuí em 1981

  • BR RSMADP AI-I-3-AI 3.6 0648 05571
  • Unidad documental simple
  • 10/1981
  • Parte deIjuí

Parque de Exposição Assis Brasil, Ijuí, RS. Histórico da Expoijuí: No IMEAB, sob a coordenação do Diretor da Escola, Prof. Adair Casarin e apoio estratégico da Prefeitura, da ACI, da Fidene e da FACACEI/CECA, foi criada uma Comissão Interinstitucional que em 23/5/81 propôs o nome de EXPOIJUÍ ao evento que deveria ser realizado em outubro do mesmo ano, durante o período de 11 a 19/10/81. Desde o início a ExpoIjuí foi realizada no Parque de Exposições Assis Brasil e que teve sua remodelação iniciada em 1984 dando posteriormente ao local nova denominação em homenagem ao prefeito na época: Parque de Exposições Wanderlei Agostinho Burmann.
Com imagens da Cerimônia de inauguração; Hasteamento de bandeiras; recepção de autoridades; discurso de abertura; vista aérea do Parque de Exposições Assis Brasil (atualmente Wanderlei Agostinho Burmann). Com a presença de Viecelli, Professor Afonso C. Haas, Adair Casarin, Seci da I. C. Zardir, Wilson Mânica, Ortiz Scherer, Rainha e princesas, Armando Pidol, Rubi Matias Dhiel, José Henrique da Silva (Repórter RPI), Emílio Perondi, José Otávio Germano, Bruno Haas, Oliver Scherer, Regente Corsan (Maestro da Banda), Nelson Gielser, Armando Porch, Reinaldo Komers, Alberto Hoffmam, Repórter Alberi Gamarra, Abindi, Professor Affonso Haas, Joceli Tomé, Baggeti, Lardin, Regente Corsan, Júlio Brunelli (Banrisul), Luiz Menegon. Expo-ijuí; Expo - Ijuí.

Expo-Ijuí - Casa Portuguesa

  • BR RSMADP AI-I-3-AI 3.6 0630 5162
  • Unidad documental simple
  • s.d.
  • Parte deIjuí

Parque Exposição Wanderley Burmann - Ijuí/RS, A imagem mostra um momento da Missa, celebrada por Frei Genésio, na Casa da Etnia Portuguesa.

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