Coleção AI - Ijuí

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Área de identificação

Código de referência

BR BR RSMADP AI

Título

Ijuí

Data(s)

  • 1893 - 2011 (Produção)

Nível de descrição

Coleção

Dimensão e suporte

Documentos iconográficos por processo fotográfico: NOV - Negativos de vidro; NOF - Negativo Flexível; FO - Fotografia.

Área de contextualização

Entidade custodiadora

História do arquivo

Conjunto formado por documentos de diferentes proveniências (produtores) da comunidade de Ijuí, na maioria decorrente de pessoas físicas. O propósito da criação deste conjunto foi reunir documentos fotográficos coletados desde a década de 1960 pelo Museu Antropológico Diretor Pestana, de modo a representar a memória do município.

Procedência

Doações, diversos doadores (principalmente de Ijuí). Desde a década de 1960.

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

A formação do atual município de Ijuí teve início em 1890, com a criação da Colônia Ijuhy, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, considerada oficialmente desse Estado e efetivada por orientação da Comissão de Terras e Colonização. A ocupação da área ocorreu com o incentivo à vinda de diversos grupos étnicos, que conforme Marques e Grzybowski (1990), basicamente eram constituídos por imigrantes europeus ou seus descendentes, provenientes das primeiras áreas de colonização do Rio Grande do Sul, a fim de exercerem atividades agrícolas. Considera-se como data de fundação de Ijuí, 19 de outubro de 1890 (o ano de criação da colônia),
que significou o início da ocupação das últimas áreas disponíveis do Rio Grande do Sul, para onde eram enviados imigrantes recém-chegados da Europa: alemães, teuto-russos, poloneses, italianos, letos, austríacos, húngaros, suecos, franceses, espanhóis e, pouco depois, uma geração moça, excedente das “colônias velhas”, isto é, das áreas ocupadas inicialmente por alemães e italianos a partir de São Leopoldo e Caxias do Sul (MARQUES; GRZYBOWSKI, 1990, p.9-10).

Canabarro (2011), entretanto, ressalta que o território da Colônia era ocupado anteriormente ao processo de colonização europeia, por luso-brasileiros, como os caboclos, mais tarde reconhecidos por “nacionais”, que praticavam a colheita da erva-mate e outros trabalhos agrícolas em pequenas lavouras. Conforme Callai (1987), os caboclos não eram proprietários de terra, suas áreas eram consideradas devolutas, ou sem donos, por isso, salienta-se a importância de recordar que a agricultura e o povoamento de Ijuí não iniciaram com os imigrantes, com esses últimos, apenas se constituiu um processo formal de ocupação, onde a terra passa a ser mercadoria:
Como a colônia era oficial, o governo vendia a terra em condições especiais. O prazo de pagamento da terra era de cinco anos. Ao custo da terra, em muitos casos, eram acrescidas as despesas havidas no transporte e alimentação do imigrante, no fornecimento de ferramentas, sementes, etc. (CALLAI, 1987, p.10-1).

O autor, portanto, explica que para o sucesso da ocupação e colonização, tanto colonos como luso-brasileiros que adquiriram terras para produzir, dependiam, não somente da obtenção de alimento para a própria subsistência, mas de garantir um futuro a longo prazo, como um excedente para pagar a terra adquirida, ter lucro e comprar novas terras. Lazzarotto (2002) afirma que Ijuí foi caracterizada, além da diversidade étnica, pelo trabalho e rápido desenvolvimento, em decorrência da policultura agrícola, posteriormente da mecanização, indústria e comércio, tendo a cidade recebido o codinome de "Colmeia do Trabalho" (IBID., p. 183). O autor explica o desenvolvimento econômico do município em três fases: fase de subsistência; fase de policultura para o mercado interno e exportação; fase de industrialização.
Referências:
CALLAI, Jaeme Luiz. A agricultura na história de Ijuí. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1987. (Coleção centenário de Ijuí; n.5).
CANABARRO, Ivo dos Santos. Dimensões da cultura fotográfica no sul do Brasil. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana).
LAZZAROTTO, D. História de Ijuí. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana). Ed. Unijuí, 2002.
MARQUES, Mario Osorio; GRZYBOWSKI, Lourdes Carvalho. História visual da formação de Ijuí, Rio Grande do Sul. Ijuí: Ed. Unijuí, 1990. (Coleção centenário de Ijuí; n.7).

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Estrutura dos Assuntos/Temas:

0. Generalidades
0.1 Paisagem
0.2 Vistas urbanas e rurais
0.3 Fenômenos da natureza
0.4 Animais
0.5 Objetos
0.6 Arquitetura e construções

1. Genealogia
1.1 Casais e Famílias
1.2 Indivíduos
1.3 Grupos

2. Comunicação e transporte
2.1 Meios de comunicação
2.2 Meios de transporte
2.3 Acidentes com meios de transporte

3. Economia
3.1 Agropecuária
3.2 Comércio
3.3 Indústria
3.4 Prestação de serviços
3.5 Energia
3.6 Eventos

4. Educação e cultura
4.1 Ensino
4.2 Ensino especial
4.3 Movimento estudantil
4.4 Folclore
4.5 Apresentações artísticas
4.6 Instituições culturais
4.7 Eventos

5. Vida social/esporte e lazer
5.1 Casamento e bodas
5.2 Eventos
5.3 Esporte
5.4 Entidades esportivas e recreativas
5.5 Lazer
5.6 Prostituição

6. Política/ administração pública
6.1 Administração pública
6.2 Organizações
6.3 Partidos políticos
6.4 Eventos

7. Religião
7.1 Ritos
7.2 Eventos
7.3 Edificações
7.4 Religiões e leigos

8. Saúde/previdência/assistência social
8.1 Hospitais e centros médicos
8.2 Institutos e cooperativas médicas
8.3 Entidades assistenciais
8.4 Evento

Sobre o sistema de classificação: o conjunto foi organizado por temas padrões na década de 1980, baseando-se na classificação por assunto, cujos códigos temáticos foram utilizados para identificar cada imagem classificada. Através dos assuntos, índices foram elaborados para facilitar a busca manual dos documentos. Os temas e subtemas são utilizados para outros conjuntos caracterizados como coleção e atualmente, através dos instrumentos de pesquisa no presente sistema (AtoM), os temas foram disponibilizados no campo "Pontos de acesso" com palavras-chaves dos assuntos, que ao serem selecionadas são exibidos todos os documentos catalogados em cada assunto pesquisado.

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Instrumento de pesquisa gerado

Área de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Área de notas

Identificador(es) alternativos

Pontos de acesso

Pontos de acesso de assunto

Pontos de acesso local

Ponto de acesso nome

Pontos de acesso de gênero

Área de controle da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Código da coleção fotográfica:
AI 3.1 0001 01272 = AI (sigla para a Coleção Ijuí); 3.1 (sigla do assunto que o documento está classificado, nesse caso 3 é "Economia" e 1 é "Agropecuária); 0001 (nº de classificação do documento dentro do assunto classificado); 01272 (nº tombo do volume total da coleção).

Status

Nível de detalhamento

Datas de criação, revisão, eliminação

Idioma(s)

Sistema(s) de escrita(s)

Fontes

CALLAI, Jaeme Luiz. A agricultura na história de Ijuí. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1987. (Coleção centenário de Ijuí; n.5).
CANABARRO, Ivo dos Santos. Dimensões da cultura fotográfica no sul do Brasil. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana).
LAZZAROTTO, D. História de Ijuí. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana). Ed. Unijuí, 2002.
MARQUES, Mario Osorio; GRZYBOWSKI, Lourdes Carvalho. História visual da formação de Ijuí, Rio Grande do Sul. Ijuí: Ed. Unijuí, 1990. (Coleção centenário de Ijuí; n.7).

Nota do arquivista

Elaboração da descrição: Amanda Keiko Higashi, arquivista do MADP/FIDENE, em 10/06/2018.

Zona da incorporação

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