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Ijuí

  • BR BR RSMADP AI
  • Collection
  • 1893 - 2011

A formação do atual município de Ijuí teve início em 1890, com a criação da Colônia Ijuhy, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, considerada oficialmente desse Estado e efetivada por orientação da Comissão de Terras e Colonização. A ocupação da área ocorreu com o incentivo à vinda de diversos grupos étnicos, que conforme Marques e Grzybowski (1990), basicamente eram constituídos por imigrantes europeus ou seus descendentes, provenientes das primeiras áreas de colonização do Rio Grande do Sul, a fim de exercerem atividades agrícolas. Considera-se como data de fundação de Ijuí, 19 de outubro de 1890 (o ano de criação da colônia),
que significou o início da ocupação das últimas áreas disponíveis do Rio Grande do Sul, para onde eram enviados imigrantes recém-chegados da Europa: alemães, teuto-russos, poloneses, italianos, letos, austríacos, húngaros, suecos, franceses, espanhóis e, pouco depois, uma geração moça, excedente das “colônias velhas”, isto é, das áreas ocupadas inicialmente por alemães e italianos a partir de São Leopoldo e Caxias do Sul (MARQUES; GRZYBOWSKI, 1990, p.9-10).

Canabarro (2011), entretanto, ressalta que o território da Colônia era ocupado anteriormente ao processo de colonização europeia, por luso-brasileiros, como os caboclos, mais tarde reconhecidos por “nacionais”, que praticavam a colheita da erva-mate e outros trabalhos agrícolas em pequenas lavouras. Conforme Callai (1987), os caboclos não eram proprietários de terra, suas áreas eram consideradas devolutas, ou sem donos, por isso, salienta-se a importância de recordar que a agricultura e o povoamento de Ijuí não iniciaram com os imigrantes, com esses últimos, apenas se constituiu um processo formal de ocupação, onde a terra passa a ser mercadoria:
Como a colônia era oficial, o governo vendia a terra em condições especiais. O prazo de pagamento da terra era de cinco anos. Ao custo da terra, em muitos casos, eram acrescidas as despesas havidas no transporte e alimentação do imigrante, no fornecimento de ferramentas, sementes, etc. (CALLAI, 1987, p.10-1).

O autor, portanto, explica que para o sucesso da ocupação e colonização, tanto colonos como luso-brasileiros que adquiriram terras para produzir, dependiam, não somente da obtenção de alimento para a própria subsistência, mas de garantir um futuro a longo prazo, como um excedente para pagar a terra adquirida, ter lucro e comprar novas terras. Lazzarotto (2002) afirma que Ijuí foi caracterizada, além da diversidade étnica, pelo trabalho e rápido desenvolvimento, em decorrência da policultura agrícola, posteriormente da mecanização, indústria e comércio, tendo a cidade recebido o codinome de "Colmeia do Trabalho" (IBID., p. 183). O autor explica o desenvolvimento econômico do município em três fases: fase de subsistência; fase de policultura para o mercado interno e exportação; fase de industrialização.
Referências:
CALLAI, Jaeme Luiz. A agricultura na história de Ijuí. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1987. (Coleção centenário de Ijuí; n.5).
CANABARRO, Ivo dos Santos. Dimensões da cultura fotográfica no sul do Brasil. Ijuí: Ed. Unijuí, 2011. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana).
LAZZAROTTO, D. História de Ijuí. (Coleção Museu Antropológico Diretor Pestana). Ed. Unijuí, 2002.
MARQUES, Mario Osorio; GRZYBOWSKI, Lourdes Carvalho. História visual da formação de Ijuí, Rio Grande do Sul. Ijuí: Ed. Unijuí, 1990. (Coleção centenário de Ijuí; n.7).

Família Beck

  • BR BR RSMADP CB
  • Collection
  • 1897 - 1987

Família Beck

Luiz Germano Gieseler

  • BR BR RSMADP LGG
  • Fundo
  • 1899 - 1954

CUSTÓDIA DO MUSEU ANTROPOLÓGICO DIRETOR PESTANA (MADP)
Documento Textuais: 1 (papel); Documentos Fotográficos: 378 (negativos de vidro; negativos flexíveis); 105 (caixas de papel originais das placas de vidro); Objetos, acervo tridimencional (instrumentos/utensílios de processo fotográfico): 7. Todos os negativos são de autoria de Luiz Germano Gieseler, produzidos pela função de fotógrafo, com registro de imagens de diferentes temas, tanto de âmbito privado (pessoal e familiar) como público e social (relação com a comunidade externa, acontecimentos públicos municipais) e gêneros ou especialidades fotográficas (retrato, paisagens naturais e arquitetônicas, fotografia de patrimônio, fotografia de notícia, fotografia de criação, fotografia de viagem). O documento textual e objetos tridimensionais eram de uso na atividade de revelação fotográfica do autor, onde realizava o processamento na câmara escura (laboratório fotográfico). Os temas em geral tratam de assuntos ligados às atividades cotidianas da família na propriedade, como a prática agrícola de cultivar lavouras de subsistência e a moagem como meio econômico. Os retratos de momentos de comemoração (happy memories) são comuns, como os casamentos, encontros familiares, o lazer com as crianças e os piqueniques. Temas de âmbito público, que contextualizam os acontecimentos de época do município: enchentes, obras públicas, eventos esportivos e religiosos.

CUSTÓDIA DA FAMÍLIA GIESELER
Documentos Textuais: 9; Documentos Fotográficos de autoria própria confirmada: 302 (fotografias em papel; negativos de vidro); Documentos fotográficos (papel e postal) sem autoria comprovada: 32; Documento iconográfico/ilustração: 1 (papel); Objetos (instrumentos/utensílios de processo fotográfico): 4. O volume de documentos textuais de produção de Luiz Germano Gieseler não é expressivo, porém registra sua trajetória e de seus pais, desde que saíram da Alemanha em 1881 até se estabelecerem no Rio Grande do Sul. Há lacunas, como por exemplo, faltam textos originais que registrem detalhes da vida em Santa Cruz do Sul, RS, contendo mais documentos da aquisição e venda/transmissão de propriedades em Ijuí, RS e documentos pessoais ligados às obrigações cívicas. O acervo fotográfico, com maior expressividade, sua grande maioria são as revelações ampliadas e por contato dos negativos de vidro, logo, com os mesmos temas e gêneros. As fotografias que não possuem autoria confirmada de Luiz Germano Gieseler, supõe-se que foram adquiridas por recebimento de amigos e parentes como recordações, como cartas de visita e postais. Assim como o acervo tridimensional presente no MADP, os objetos custodiados por Edgar também foram usados por seu avô para o processo de revelação fotográfico.
Avaliação e seleção no ato da doação para a instituição de custódia. Não há registros detalhados da análise de aquisição do acervo pelo MADP.
Reproduções de documentos fotográfico em papel sob a custódia de Edgar Beno Giseler, que formam mesmo contexto de produção dos negativos de vidro e ou sequências fotográficas.

Luiz Germano Gieseler

Eduardo Jaunsem

  • BR BR RSMADP CJ
  • Collection
  • 1915 - 1975

Eduardo Jaunsem

Serraria Davi Sproger

  • CJ 3.3 0036 01353
  • Item
  • 1936

Rio Ijuí - Linha 14 Leste, Ijuí. A esquerda, toras, atrás carroças carregadas com toras. Ao fundo, a serrara. Em frente, pessoas e um carro Ford. A serraria era movimentada com roda d'água, a mesma que movimentava a carpintaria. O casal a esquerda, em frente as toras, é o senhor Davi Sproger e a esposa, Anlisa Sproger. Ao lado do Ford 29, o casal Henrique e Emília Uhdre

3ª EXPO-Ijuí Público

  • AI 3.6 0226 02806
  • Item
  • 1989

Parque Assis Brasil - Ijuí. Público presente na 3ª Expo-Ijuí. No fundo aparece a casa típica austríaca.

Feira Vale Tudo

  • AI 3.6 0348 02928
  • Item
  • 1989

Praça República - Ijuí. Aspecto geral da feira do Vale Tudo realizada na Praça em frente da Prefeitura.

Expo Ijuí - Palestra

  • AI 3.6 0124 02704
  • Item
  • 1989

Parque Assis Brasil - Ijuí. Foto tirada no interior do pavilhão. Local onde acontece as palestras. Na mesa principal foram identificados: 2- Luiz Hocevar Filho (Secretário SEMDEC); 3- Valdir Heck - Prefeito; 4- Astro Mayer - Vice Prefeito; 5- Sonia Arriens - GIMIC - Publicidade. Momento em que o secretário Luiz Hocevar Filho, faz o uso da palavra.

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