Alto da União - Ijuí/RS. Foto da figueira existente na localidade de Alto da União, que destaca-se pelo motivo de Augusto Pestana ter reunido em 1909, chimangos e maragatos para pacifica-los. Embaixo da figueira aparece um padre Capuchinho, a figueira aparece viva e com folhas, em dois anos a mesma vem a morrer e secar.
Rio Potiribu. Foto tirada da posição Sul ao Norte, com uma vazante média de água. Na margem esquerda vê-se uma mata baixa. Paisagem, água e vista rural.
A documentação é formada em sua maioria por suportes do processo analógico, em cores e monocromáticos (preto e branco). Há diferentes temas e gêneros fotográficos como retratos e paisagens.
Documentários; entrevistas; depoimentos, narrativas.
Contexto de Ijuí-RS; colonização; imigração; desenvolvimento. Documentação coletada e adquirida por doação da comunidade de Ijuí e destina-se à representação das funções dos diversos setores do município. Os documentos de diferentes gêneros têm relação com seguintes temas: administração pública, genealogia familiar, comunicação, setores da economia, educação, cultura, esporte e lazer, saúde, política e religião.
DESTAQUE DA COLEÇÃO:
Genealogia (Textual);
Cartório Eleitoral de Ijuí (Textual);
Comissão de Terras e Colonização do Arquivo Ijuí (Textual);
Prefeitura Municipal de Ijuí (Textual);
Fotografias (Iconográfico).
CONTEXTO HISTÓRICO DE IJUÍ:
A formação do atual município de Ijuí teve início em 1890, com a criação da Colônia Ijuhy, na região Noroeste do Rio Grande do Sul, considerada oficialmente desse Estado e efetivada por orientação da Comissão de Terras e Colonização. A ocupação da área ocorreu com o incentivo à vinda de diversos grupos étnicos, que conforme Marques e Grzybowski (1990), basicamente eram constituídos por imigrantes europeus ou seus descendentes, provenientes das primeiras áreas de colonização do Rio Grande do Sul, a fim de exercerem atividades agrícolas. Considera-se como data de fundação de Ijuí, 19 de outubro de 1890 (o ano de criação da colônia),
que significou o início da ocupação das últimas áreas disponíveis do Rio Grande do Sul, para onde eram enviados imigrantes recém-chegados da Europa: alemães, teuto-russos, poloneses, italianos, letos, austríacos, húngaros, suecos, franceses, espanhóis e, pouco depois, uma geração moça, excedente das “colônias velhas”, isto é, das áreas ocupadas inicialmente por alemães e italianos a partir de São Leopoldo e Caxias do Sul (MARQUES; GRZYBOWSKI, 1990, p.9-10).
Canabarro (2011), entretanto, ressalta que o território da Colônia era ocupado anteriormente ao processo de colonização europeia, por luso-brasileiros, como os caboclos, mais tarde reconhecidos por “nacionais”, que praticavam a colheita da erva-mate e outros trabalhos agrícolas em pequenas lavouras. Conforme Callai (1987), os caboclos não eram proprietários de terra, suas áreas eram consideradas devolutas, ou sem donos, por isso, salienta-se a importância de recordar que a agricultura e o povoamento de Ijuí não iniciaram com os imigrantes, com esses últimos, apenas se constituiu um processo formal de ocupação, onde a terra passa a ser mercadoria:
Como a colônia era oficial, o governo vendia a terra em condições especiais. O prazo de pagamento da terra era de cinco anos. Ao custo da terra, em muitos casos, eram acrescidas as despesas havidas no transporte e alimentação do imigrante, no fornecimento de ferramentas, sementes, etc. (CALLAI, 1987, p.10-1).
O autor, portanto, explica que para o sucesso da ocupação e colonização, tanto colonos como luso-brasileiros que adquiriram terras para produzir, dependiam, não somente da obtenção de alimento para a própria subsistência, mas de garantir um futuro a longo prazo, como um excedente para pagar a terra adquirida, ter lucro e comprar novas terras. Lazzarotto (2002) afirma que Ijuí foi caracterizada, além da diversidade étnica, pelo trabalho e rápido desenvolvimento, em decorrência da policultura agrícola, posteriormente da mecanização, indústria e comércio, tendo a cidade recebido o codinome de "Colmeia do Trabalho" (IBID., p. 183). O autor explica o desenvolvimento econômico do município em três fases: fase de subsistência; fase de policultura para o mercado interno e exportação; fase de industrialização.
Sans titreEstão preservados documentos de 81 cooperativas localizadas no Estado do Rio Grande do Sul.
Ijuí/RS. Transporte de grãos por caminhões até a Cooperativa.
Ijuí/RS. Fila de recepção de safras.
Ijuí/RS. Silos Metálicos para expurgo de cereais.
Ijuí/RS. Armazém da Cotrijuí, localizada acima dos trilhos, próximo do prédio onde funcionava a antiga reitoria da Unijuí.
Os documentos fotográficos de diferentes proveniências representam a memória de cooperativas da região Noroeste do Estado, do período entre 1950 e meados de 1970. Constam fotografias, principalmente, referentes à Cooperativa Agropecuária & Industrial (COTRIJUÍ), inicialmente Cooperativa Regional Tritícola Serrana Ltda. Há imagem da Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL).
Contexto do Estado do Rio Grande do Sul. Os documentos contêm registros textuais e fotográficos sobre o movimento cooperativista gaúcho.
Sans titreParque de Exposição Assis Brasil - Ijuí/RS, imagem sequencial da foto 12 do Álbum AI 05571 3.6 0648. Parque de Exp. Assis Brasil, atual Parque de Exposições Vanderlei Agostinho Burmann. Da esquerda para direita: princesas e Rainha, Armando Pidol/Pitol, Rubi Matias Dhiel, Emílio Perondi, José Otávio Germano, Repórter RPI José Henrique da Silva, Bruno Hass (discurso), repórter, Adair Casarin (1º Presidente Expo).
Parque de Exposição Assis Brasil - Ijuí/RS, Parque de Exp. Assis Brasil, atual Vanderlei Agostinho Burmann. Imagem sequencial da foto 5 do álbum AI 05570 3.6 0647. Da esquerda para direita: princesas da Expo-Ijuí, ?, /, Armando Pidol, Oliva Scherer, Rubi Matias Dhiel, Emílio Perondi, Repórter RPI José Henrique da Silva, Wilson Mânica (funda), José Otavio Germano (vice-governador).
Parque de Exposição Assis Brasil - Ijuí/RS, Parque de Exp. Assis Brasil, atual, Parque de Exposições Vanderlei Agostinho Burmann. Ia imagem mostra autoridades caminhando pelo Parque durante a Feira. Da esquerda para direita: Rubi Matias Dhiel, José Otávio Germano (vice-governador/RS),Bruno Haas, Wilson Mânica, (? fundo), Oliver Scherer (fundo), Adair Casarin, (? fundo). Álbum AI 05570 3.6 0647 (não tem no álbum, apenas, imagens
Parque de Exposição Assis Brasil - Ijuí/RS, Parque de Exp. Assis Brasil, atual Parque de Exposições Vanderlei Agostinho Burmann. Imagem sequencial da foto f11 do Álbum AI 05570 3.6 0647. Da esquerda para direita: 2º- Viecelli, 3º- Ortiz Scherer, 4º- Adair Casarin, 5º, 6º- Bruno Haas,7º- Rainha Mara Inês Sausen.
Parque de Exposição Assis Brasil - Ijuí/RS. A imagem mostra momentos da primeira Expo-Ijuí, autoridades no stand da Ceriluz - Cooperativa de Eletrificação Rural de Ijuí LTDA. Da esquerda para direita: Otávio Germano (vice-governador) e Wilson Mânica. Parque de Exposição Assis Brasil, atual, P.E. Vanderlei Agostinho Burmann. Relacionada ao Álbum AI 05571 3.6 0648 (não tem no álbum, apenas imagens semelhantes ou sequenciais).
Parque Exposição Wanderley Burmann - Ijuí - RS. A imagem mostra integrantes da etnia portuguesa, tipicamente vestidos e, alguns com instrumentos musicais.
CTG Farroupilha - Ijuí.
ª Prenda do RS, recebendo a faixa da prenda 1990.
Praça República - Ijuí. Aspecto geral da feira do Vale Tudo realizada na Praça em frente da Prefeitura.
Parque Assis Brasil - Ijuí. Público presente na 3ª Expo-Ijuí. No fundo aparece a casa típica austríaca.
Parque Assis Brasil - Ijuí. Foto tirada no interior do pavilhão. Local onde acontece as palestras. Na mesa principal foram identificados: 2- Luiz Hocevar Filho (Secretário SEMDEC); 3- Valdir Heck - Prefeito; 4- Astro Mayer - Vice Prefeito; 5- Sonia Arriens - GIMIC - Publicidade. Momento em que o secretário Luiz Hocevar Filho, faz o uso da palavra.